Eu sempre me questionei se eu vivia do jeito que eu sonhava. Sempre queria saber se eu levava a vida do jeito que eu achava certo. Fico sempre com a pulga atrás da orelha, sempre me perguntando se é assim mesmo que eu queria que as coisas fossem.
Provavelmente esse não é o jeito que eu viveria a vida, quero dizer, num mundo ideal. Aí tu te depara sempre com a seguinte questão: por quê não fazer o que se quer da vida? Por quê então, já que tu não está satisfeito, não viver como se sempre sonhou? Acho que a melhor resposta é que nós criamos correntes invisíveis ao redor dos nossos instintos, fazemos disso um tabu e nunca mencionamos o que queremos de verdade. Há dois tipos de pessoas no mundo: as que acham que esse modo é o mais seguro, como nadar em alto-mar com uma boia. E existem as pessoas que aprendem a boiar.
Eu, por exemplo, gostaria muito de saber boiar, mas esse meu medo de me afogar inibe qualquer motivação ao aprendizado. Não sei se a metáfora foi boa mas, o que eu quero dizer é: Por quê achamos que o nosso jeito de viver é o certo? Por quê continuamos a fazer disso uma desculpa?
Aí tu assiste à um filme e fique incrivelmente maravilhada com o simples fato de alguém estar vivendo exatamente como queria e totalmente diferente do nosso jeito padronizado de viver. E o pior ainda, é pensar que tu te impressionaste tanto só porque é algo "incomum". É um certo choque pensar que nós temos a resposta pr'os nossos problemas e que a vida é tão mais simples do que nós fazemos dela. A verdade é que nós romantizamos a vida. Nós romantizamos o amor. Nós romantizamos absolutamente tudo. Porque ser humano é não ser satisfeito. Ser humano nos dias de hoje é sempre querer muito mais do que se ter e achar que isso é precisar.
E o mais importante a se refletir é: por quê não?
Lembrar de re-assistir: Into the Wild.
domingo, 5 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
evidences of a self esteem
Realmente não sei como me sentir no momento. Até agora não chorei, e, pra mim, isso é bastante incomum.
Será que eu tenho o direito de não chorar? Mesmo depois de anos! Será que eu só estou inibindo isso com esse sentimento platônico?
Será que eu deveria chorar? Colocar pra fora o que tem de ser posto. Liberar espaço. Desobstruir. O pior (acho que o melhor) é que eu já me sinto livre. Eu consigo ver os caminhos à minha frente, consigo enxergar que existe algo além. Mas ainda assim, acho muito estranho não chorar. Será isso algum efeito colateral daquela droga? Do cheiro, claro. Deve ser; eu devo estar anestesiada.
Eu sinto mais saudades do que nunca aconteceu do que eu tive durante anos. Muito mais.
E não é uma questão de não dar valor ao que eu tive, por que eu realmente fico muito feliz de ter tido toda essa experiêcia e essa carga emocional que me acompanhou durante muito tempo. Mas eu sinto tanto a necessidade de fazer um futuro só meu, e ter histórias só minhas. Um pouco egoísta, talvez. Embora ache que todas as pessoas pensam, de certa forma, assim.
Eu sinto saudades, sim. Mas a minha necessidade de buscar o mundo com minhas próprias mãos é muito maior. A minha ânsia de querer completar objetivos e querer ter um motivo só meu pra acordar de manhã, e ter fé nisso.
E ainda assim, sinto que eu devia ter chorado. A verdade é que, eu acho até melhor não ter chorado. Acho melhor estar anestesiada pela nostalgia, pelas recordações. Sinto mesmo que é melhor pra mim, assim, estar cega por uma nova perspectiva. Olhar as coisas de um novo ângulo; por mais imaginativo que ele seja; por mais 'silly', por mais romântico.
A verdade é que eu não quero chorar. Eu não quero nem mais pensar sobre isso. Eu quero deixar isso seguir o curso natural, e virar uma ótima fase de vida e ótimas lembranças. Eu quero viver novos horizontes e descobrir prazeres novos e poder sentir que eu estou indo à algum lugar.
E isso pode ser só mais uma romantização, mais um sonho inatingível. Mas, como eu disse antes, eu aposto o meu destino inteiro nisso.
Será que eu tenho o direito de não chorar? Mesmo depois de anos! Será que eu só estou inibindo isso com esse sentimento platônico?
Será que eu deveria chorar? Colocar pra fora o que tem de ser posto. Liberar espaço. Desobstruir. O pior (acho que o melhor) é que eu já me sinto livre. Eu consigo ver os caminhos à minha frente, consigo enxergar que existe algo além. Mas ainda assim, acho muito estranho não chorar. Será isso algum efeito colateral daquela droga? Do cheiro, claro. Deve ser; eu devo estar anestesiada.
Eu sinto mais saudades do que nunca aconteceu do que eu tive durante anos. Muito mais.
E não é uma questão de não dar valor ao que eu tive, por que eu realmente fico muito feliz de ter tido toda essa experiêcia e essa carga emocional que me acompanhou durante muito tempo. Mas eu sinto tanto a necessidade de fazer um futuro só meu, e ter histórias só minhas. Um pouco egoísta, talvez. Embora ache que todas as pessoas pensam, de certa forma, assim.
Eu sinto saudades, sim. Mas a minha necessidade de buscar o mundo com minhas próprias mãos é muito maior. A minha ânsia de querer completar objetivos e querer ter um motivo só meu pra acordar de manhã, e ter fé nisso.
E ainda assim, sinto que eu devia ter chorado. A verdade é que, eu acho até melhor não ter chorado. Acho melhor estar anestesiada pela nostalgia, pelas recordações. Sinto mesmo que é melhor pra mim, assim, estar cega por uma nova perspectiva. Olhar as coisas de um novo ângulo; por mais imaginativo que ele seja; por mais 'silly', por mais romântico.
A verdade é que eu não quero chorar. Eu não quero nem mais pensar sobre isso. Eu quero deixar isso seguir o curso natural, e virar uma ótima fase de vida e ótimas lembranças. Eu quero viver novos horizontes e descobrir prazeres novos e poder sentir que eu estou indo à algum lugar.
E isso pode ser só mais uma romantização, mais um sonho inatingível. Mas, como eu disse antes, eu aposto o meu destino inteiro nisso.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Wish you were here - Pink Floyd
So,
So you think you can tell
Heaven from Hell,
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?
Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?
How I wish, how I wish you were here
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears
Wish you were here
domingo, 29 de julho de 2012
e se?
Às vezes, tudo que se precisa é uma palavra de apoio. Alguém que lhe diga que é possível e que tu consegue e que acredita em ti e na tua capacidade. Aquela voz que te é reconfortante e que signifique algo para você. Um afago no ego, de vez em quando, não é ruim. Saber que existe um por quê, uma razão pela qual voltar, pela qual pensar duas vezes, pela qual não desistir. Sentir, mesmo distante, que a conexão existe e que transmite só bons pensamentos e saudade.
Dói muito, a distância.
talvez esse também seja editado.
Dói muito, a distância.
talvez esse também seja editado.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
nem eu sei.
eu sei que é um amor impossível e cheio de expectativas, mas ainda assim! daria a minha vida inteira, apostaria todo o meu destino nisso; mataria e roubaria.
coincidência infeliz essa, mas talvez se não fosse assim, não seria de jeito algum. e eu consigo entender que deste jeito é o único e melhor jeito que existe, já que poderia não haver nenhum jeito.
mas eu tenho a maior curiosidade do mundo em saber, em experimentar, sentir o sabor e os calafrios. queria sair nas ruas com aquele olhar embassado, sem foco... sair tropeçando pelas calçadas por não conseguir parar de te olhar. aqueles olhos vivios e compenetrantes, que conseguiriam adivinhar todos os meus pensamentos e saber a batida exata do meu coração. que infeliz coincidência! mas eu sei que se não fosse assim, não seria... e é tão bom poder ter essa experiência e poder sonhar acordada e ainda assim imaginar como seria bom se fosse verdade. queria dominar os teus pensamentos, escravizá-los (em algum bom sentido) e domá-los. poder te abraçar e sentir que tu não vai estar a mais de 20km de mim em outro momento. te tocar e não precisar transar depois. poder fazer carinho na nuca e dar beijo no pescoço só como um carinho cotidiano. na minha imaginação eu flutuo e consigo sentir tudo isso, consigo ver e, quase apalpar o momento. eu apostaria tudo!
talvez só faça sentido mesmo na minha cabeça, deve ser por isso que eu gosto tanto de sonhar. mas eu não tenho dúvidas, se eu tivesse essa chance, não trocaria por nada.
o teu cheiro impregna o meu cérebro, envenena todo o meu sangue e possui todo o meu corpo. esse cheiro é como uma droga, que me invade e me leva de mim. esse cheiro sempre é, e sempre será, associado a algo muito, muito, muito bom. um prazer inexplicável! eu mudaria o curso da história, se fosse possível, só pra te ter comigo... só.
talvez eu ainda tenha 14 anos, talvez isso tudo seja só um sonho, talvez... talvez isso exista num universo paralelo. nossa! e existe! se universos paralelos existem, essa história existe. certamente!
mas, enfim, talvez eu ainda não tenha conseguido ver o mundo como ele realmente é, a realidade dura e fria, maybe i'm just a dreamer. mas ainda assim; espero nunca crescer então. prefiro ter esse romance na minha mente do que romance nenhum. maybe i'm just crazy.
sei lá. pode ser somente uma obssessão, um disturbio mental. maybe i'm just sick.
que dor no coração dá quando eu penso que isso tem a grande possibilidade de nunca se concretizar, que isso vai ficar pra sempre trancado na minha mente, que vai ser sempre só um sonho. dos bons.
i can see you in my bed. te sinto como se tu estivesse no mesmo corpo que eu, como se tu soubesse como eu me sinto, como se tu pudesse ouvir. sempre me vejo falando contigo. e entrando em desespero quando me viro e foi só mais uma assombração. maybe i'm just insane.
será isso falta de alguma coisa? vitaminas? confiança? amor-próprio?
sei lá. mas dói quando eu vejo que possivelmente nada disso nunca vai ser real. surreal. eu devo estar pregando uma peça em mim mesma. só pode. querendo enlouquecer cada vez mais. tentando voltar à lucidez deseperadamente e sendo sufocada... pelo cheiro! o veneno. dentro de mim, bem no fundo, deve existir alguém que saiba da verdade, que saiba me dizer.. me explicar.. o por quê, porquê que isso não é possível?
eu não sei como, ou se isso é possível, mas eu simplesmente sinto que isso seria o certo... i just know. sinto de verdade que eu deveria arriscar, que pouco importa a opinião dos outros. eu realmente não me importo, senão não seria o que eu sou. mas infelizmente essa decisão não é só minha. sadly. um dia, quem sabe, eu volte à sanidade... ou concretize essa laoucura de vez.
who knows?
um dia editarei isso aqui.
coincidência infeliz essa, mas talvez se não fosse assim, não seria de jeito algum. e eu consigo entender que deste jeito é o único e melhor jeito que existe, já que poderia não haver nenhum jeito.
mas eu tenho a maior curiosidade do mundo em saber, em experimentar, sentir o sabor e os calafrios. queria sair nas ruas com aquele olhar embassado, sem foco... sair tropeçando pelas calçadas por não conseguir parar de te olhar. aqueles olhos vivios e compenetrantes, que conseguiriam adivinhar todos os meus pensamentos e saber a batida exata do meu coração. que infeliz coincidência! mas eu sei que se não fosse assim, não seria... e é tão bom poder ter essa experiência e poder sonhar acordada e ainda assim imaginar como seria bom se fosse verdade. queria dominar os teus pensamentos, escravizá-los (em algum bom sentido) e domá-los. poder te abraçar e sentir que tu não vai estar a mais de 20km de mim em outro momento. te tocar e não precisar transar depois. poder fazer carinho na nuca e dar beijo no pescoço só como um carinho cotidiano. na minha imaginação eu flutuo e consigo sentir tudo isso, consigo ver e, quase apalpar o momento. eu apostaria tudo!
talvez só faça sentido mesmo na minha cabeça, deve ser por isso que eu gosto tanto de sonhar. mas eu não tenho dúvidas, se eu tivesse essa chance, não trocaria por nada.
o teu cheiro impregna o meu cérebro, envenena todo o meu sangue e possui todo o meu corpo. esse cheiro é como uma droga, que me invade e me leva de mim. esse cheiro sempre é, e sempre será, associado a algo muito, muito, muito bom. um prazer inexplicável! eu mudaria o curso da história, se fosse possível, só pra te ter comigo... só.
talvez eu ainda tenha 14 anos, talvez isso tudo seja só um sonho, talvez... talvez isso exista num universo paralelo. nossa! e existe! se universos paralelos existem, essa história existe. certamente!
mas, enfim, talvez eu ainda não tenha conseguido ver o mundo como ele realmente é, a realidade dura e fria, maybe i'm just a dreamer. mas ainda assim; espero nunca crescer então. prefiro ter esse romance na minha mente do que romance nenhum. maybe i'm just crazy.
sei lá. pode ser somente uma obssessão, um disturbio mental. maybe i'm just sick.
que dor no coração dá quando eu penso que isso tem a grande possibilidade de nunca se concretizar, que isso vai ficar pra sempre trancado na minha mente, que vai ser sempre só um sonho. dos bons.
i can see you in my bed. te sinto como se tu estivesse no mesmo corpo que eu, como se tu soubesse como eu me sinto, como se tu pudesse ouvir. sempre me vejo falando contigo. e entrando em desespero quando me viro e foi só mais uma assombração. maybe i'm just insane.
será isso falta de alguma coisa? vitaminas? confiança? amor-próprio?
sei lá. mas dói quando eu vejo que possivelmente nada disso nunca vai ser real. surreal. eu devo estar pregando uma peça em mim mesma. só pode. querendo enlouquecer cada vez mais. tentando voltar à lucidez deseperadamente e sendo sufocada... pelo cheiro! o veneno. dentro de mim, bem no fundo, deve existir alguém que saiba da verdade, que saiba me dizer.. me explicar.. o por quê, porquê que isso não é possível?
eu não sei como, ou se isso é possível, mas eu simplesmente sinto que isso seria o certo... i just know. sinto de verdade que eu deveria arriscar, que pouco importa a opinião dos outros. eu realmente não me importo, senão não seria o que eu sou. mas infelizmente essa decisão não é só minha. sadly. um dia, quem sabe, eu volte à sanidade... ou concretize essa laoucura de vez.
who knows?
um dia editarei isso aqui.
sábado, 26 de maio de 2012
stuck in a moment you can't get out of
Lembrei de ti como se fosse um sonho, de tão adoráveis que são essas lembranças. Recordei-me com detalhes dos acontecimentos mais marcantes, das memórias mais reconfortantes. Tive medo, por muito tempo, de perder tudo isso que fica escondido dentro da mente mas consegui resgatar tudo num único instante, num único lapso de sinapse, num único piscar de olhos... Não somente lembrei como também senti tudo o que eu sentia.
Eu sinto muita falta dessas memórias, sinto muita saudade tua, sinto uma nostalgia quase palpável daquele tempo. Desejo todas as vezes ter podido te admirar um pouco mais, ter podido viver mais momentos contigo, ter podido fazer mais lembranças ao teu lado.
É uma pena, e eu tenho esse gosto amargo na boca todas as vezes que eu lembro que o tempo se esvaiu tão rapidamente, escorreu por entre meus dedos e nada eu pude fazer.. realmente estava fora do meu alcance poder fazer alguma coisa. Mas ainda assim carrego comigo estas lástimas.
Não sei nem se cheguei a ter consciência do que era dizer pra alguém o quanto eu a amava... será que eu disse a tempo? Eu não me lembro. Mas desejo que tu soubesse o quão importante tu foi na minha vida, o quanto eu te amava/amo e quanta falta tu faz aqui pra gente.
Que essa postagem não seja banalizada, que não vire um clichê, que seja vista com muita sinceridade.
Maria Inês Dubois <3
Eu sinto muita falta dessas memórias, sinto muita saudade tua, sinto uma nostalgia quase palpável daquele tempo. Desejo todas as vezes ter podido te admirar um pouco mais, ter podido viver mais momentos contigo, ter podido fazer mais lembranças ao teu lado.
É uma pena, e eu tenho esse gosto amargo na boca todas as vezes que eu lembro que o tempo se esvaiu tão rapidamente, escorreu por entre meus dedos e nada eu pude fazer.. realmente estava fora do meu alcance poder fazer alguma coisa. Mas ainda assim carrego comigo estas lástimas.
Não sei nem se cheguei a ter consciência do que era dizer pra alguém o quanto eu a amava... será que eu disse a tempo? Eu não me lembro. Mas desejo que tu soubesse o quão importante tu foi na minha vida, o quanto eu te amava/amo e quanta falta tu faz aqui pra gente.
Que essa postagem não seja banalizada, que não vire um clichê, que seja vista com muita sinceridade.
Maria Inês Dubois <3
sexta-feira, 30 de março de 2012
Year after year, Running over the same old ground. What have we found? The same old fears.
Há exatos 48 meses hoje (30/03) postei essa música em algum lugar e, essa música e esse dia significaram alguma coisa.
Quis deixar registrado hoje que, essa música significou não somente o princípio mas também, infelizmente, o fim.
Quis deixar registrado hoje que, essa música significou não somente o princípio mas também, infelizmente, o fim.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
pessoal, íntimo e intransponível.
Já faz algum tempo que não venho até aqui. Não sei se é pelo cansaço mental, preguiça, falta de tempo ou simplesmente por que não faz mais sentido escrever as coisas "escondido" aos olhos de quem eu gostaria que soubesse. Ando numa fase de falar as coisas, falar o que eu penso, o que me magoa, o que me deixa irritada, talvez esse seja um dos principais motivos...
Senti a necessidade agora, comum também a momentos anteriores nos quais eu não quis vir até aqui seja por qual fosse o motivo.
Não ao certo sobre o quê eu quero escrever mas, como da maioria das vezes, muito sentimento e emoções estão envolvidos.
Tenho muita necessidade de falar sobre minha relação com a minha mãe, colocar pra fora de um jeito limpo, claro e direto esse assunto que me perturba tanto. Não sei o que aconteceu ou se algo aconteceu pra eu me sentir desse jeito em relação à ela mas sinto muita falta da minha mãe (ou de uma relação de mãe) mesmo que ela esteja sob o mesmo teto que eu. Pode parecer patético e/ou infantil mas a verdade é que eu sou muito carente da minha mãe e acho que isso foi agravado devido a falta de importância que eu recebi todas as vezes que toquei nesse assunto com ela. Vocês podem achar que a minha mãe é a pior do mundo, mas não é - ela lava a louça, faz comida todos os dias, gasta muito com comida todas as semanas, lava a roupas, estende e isso tudo trabalhando 8 h/dia e eu admiro muito isso. E agora vocês devem pensar que eu sou muito ingrata tendo tudo isso. Mas, como diria um grande filósofo, a verdade é relativa. Mas então, como eu ia dizendo, esse é o jeito que a minha mãe tem de demonstrar amor, fazendo todas essas atividades, se preocupando conosco daqui de casa. E a minha carência é justamente do lado afetivo da coisa - um abraço, uma ligação - esse tipo de demonstração. Mas o meu maior medo mesmo é que, no dia que eu perca ela (e que isso demore muito e muuuuitos anos) eu sinta que eu não me fiz entender, sinta que nada disso foi resolvido ou que eu tinha tudo que eu queria/precisava e não dei o devido valor.
O propósito aqui não é de que ela leia, não é pra que ninguém venha ter pena/criticar, é apenas pra desabafar algo que sempre, sempre fica entalado na minha garganta e que pra mim é de suma importância.
Obviamente este assunto não termina aqui, apenas cansei de escrever num blog que realmente não tem importância nenhuma. Mas eu volto com certeza pra falar ainda de muitas outras relações que eu preciso colocar pra fora. Quem sabe hoje mesmo...
Bem... obrigada blogspot pelo seu carinhoso tempo despendido. :)
Senti a necessidade agora, comum também a momentos anteriores nos quais eu não quis vir até aqui seja por qual fosse o motivo.
Não ao certo sobre o quê eu quero escrever mas, como da maioria das vezes, muito sentimento e emoções estão envolvidos.
Tenho muita necessidade de falar sobre minha relação com a minha mãe, colocar pra fora de um jeito limpo, claro e direto esse assunto que me perturba tanto. Não sei o que aconteceu ou se algo aconteceu pra eu me sentir desse jeito em relação à ela mas sinto muita falta da minha mãe (ou de uma relação de mãe) mesmo que ela esteja sob o mesmo teto que eu. Pode parecer patético e/ou infantil mas a verdade é que eu sou muito carente da minha mãe e acho que isso foi agravado devido a falta de importância que eu recebi todas as vezes que toquei nesse assunto com ela. Vocês podem achar que a minha mãe é a pior do mundo, mas não é - ela lava a louça, faz comida todos os dias, gasta muito com comida todas as semanas, lava a roupas, estende e isso tudo trabalhando 8 h/dia e eu admiro muito isso. E agora vocês devem pensar que eu sou muito ingrata tendo tudo isso. Mas, como diria um grande filósofo, a verdade é relativa. Mas então, como eu ia dizendo, esse é o jeito que a minha mãe tem de demonstrar amor, fazendo todas essas atividades, se preocupando conosco daqui de casa. E a minha carência é justamente do lado afetivo da coisa - um abraço, uma ligação - esse tipo de demonstração. Mas o meu maior medo mesmo é que, no dia que eu perca ela (e que isso demore muito e muuuuitos anos) eu sinta que eu não me fiz entender, sinta que nada disso foi resolvido ou que eu tinha tudo que eu queria/precisava e não dei o devido valor.
O propósito aqui não é de que ela leia, não é pra que ninguém venha ter pena/criticar, é apenas pra desabafar algo que sempre, sempre fica entalado na minha garganta e que pra mim é de suma importância.
Obviamente este assunto não termina aqui, apenas cansei de escrever num blog que realmente não tem importância nenhuma. Mas eu volto com certeza pra falar ainda de muitas outras relações que eu preciso colocar pra fora. Quem sabe hoje mesmo...
Bem... obrigada blogspot pelo seu carinhoso tempo despendido. :)
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
I Know a Place - Bob Marley
When the whole world let you down
And there's nowhere for you to turn
'Cause all of your best friends let you down
Then you try to accumulate
But the whole world is full of hate
So all of your best thoughts just a dream through space
And there's nowhere for you to turn
'Cause all of your best friends let you down
Then you try to accumulate
But the whole world is full of hate
So all of your best thoughts just a dream through space
I know a place where we can carry on
I know a place where we can carry on
We can carry on, we can carry on
I know a place where we can carry on
We can carry on, we can carry on
And there is people like you, people like me
People need to be free
And there's a place in the sun
Where there is love for everyone
Where we can be, yeah
People need to be free
And there's a place in the sun
Where there is love for everyone
Where we can be, yeah
I know a place where we can carry on
I know a place where we can carry on
We can carry on, we can carry on....
I know a place where we can carry on
We can carry on, we can carry on....
sexta-feira, 15 de julho de 2011
I'm alive.
Estou há quase um mês com pendências no blog. Eu sinto muita falta de escrever, de colocar pra fora as coisas que me incomodam, os assuntos que insistem no meu pensamento mas eu realmente não tenho tido tempo de sobra pra formular tudo num padrão entendível e digitar aqui. É uma pena mesmo, já que eu sinto muita necessidade de me expressar. Mas não há o que fazer, eu preciso estudar, infelizmente.
(Campanha da ATEA nos outdoors de Porto Alegre! :D)
(Campanha da ATEA nos outdoors de Porto Alegre! :D)
Assinar:
Postagens (Atom)
