domingo, 4 de julho de 2010

a bit

O que é amor?

A palma de sua mão fica suada, seu coração acelera, e sua voz fica presa no peito?
- isso não é amor, é gostar.

Você não consegue manter seus olhos ou suas mãos longe dessa pessoa, estou certo?
- isso não é amor, é desejo.

Você esta orgulhoso, ansioso para mostrá-la?
- isso não é amor, é orgulho.

Você gosta dela porque você sabe que ela está lá?
- isso não é amor, é solidão.

Você está lá porque é o que todo mundo quer?
- isso não é amor, é lealdade.

Você está lá porque ela te beijou, ou segurou sua mão?
- isso não é amor, é insegurança.

Você continua com ela por causa de suas confissões de amor, porque você não quer machucá-la? - isso não é amor, é piedade.

Você continua a pertencer a ela porque vê-la faz seu coração pular?
- isso não é amor, é paixão.

Você perdoa os erros dela porque você se importa com ela?
- isso não é amor, é amizade.

Você diz pra ela todos os dias que ela é a unica pessoa em quem você pensa?
- isso não é amor, é mentira.

Você daria todas as suas coisas favoritas em consideração por ela?
- isso não é amor, é caridade.

Seu coração quebra e dói quando ela está triste?
- então é amor.

Os olhos dela veêm seu verdadeiro coração e tocam sua alma tão profundamente que dói?
- então é amor.

Você continua com ela porque uma cegante, incompreensível mistura de dor e conexão puxa você pra perto e te segura lá?
- então é amor.

Você aceita os erros dela porque são parte de quem ela é?
- então é amor.

Você se sente atraído à outros, mas continua com ela fielmente e sem se arrepender?
- então é amor.

Você daria a ela seu coração, sua vida, sua morte?
Pense nisso por um segundo.

(e quando se sente tudo, tudo isso e você está sozinho - o que resta então? :( )

quinta-feira, 29 de abril de 2010

do you know about love?

O tema que eu pretendo por em foco hoje é muito peculiar e diferente para cada pessoa.
Pretendo eu falar sobre o amor. Um sentimento que gera muita dúvida nas pessoas, e um sentimento bonito, quando se olha de algumas perspectivas.
E nada melhor do que estar à beira do precipício desse sentimento imaculado para poder falar sobre ele.
Algumas pessoas dizem existir somente uma forma de amor: amor e ponto. Mas eu ainda sou a favor dos múltiplos sentidos desse sentimento. Em algumas formas de amar está expresso também todo o carinho que a pessoa sente por alguém, ou não. E isso é só um exemplo bobo das tantas formas que podemos encontrá-lo. Não vou ficar aqui citando os jeitos que cada um pode ou não ter. O meu foco principal está em analisar o sentimento bruto, em seu modo geral.
(não consiguei escrever sobre isso se não colocar algumas experiências pessoais..)
Últimamente tenho-me sentido despedaçada; sentimento que há tempos não sentia. E por quê? Pelo amor. Maldito sentimento! O amor nunca foi o meu sentimento favorito e pode ser por isso que sempre me dei mal no fim das contas.
Quando o amor começa, primeiramente, antes de tudo, inicia-se na paixão. Antes de alguém amar é preciso apaixonar-se, por algum indivíduo. Quem se apaixona vê a pessoa com mínimos defeitos e não consegue parar de pensar nos momentos que tiveram juntos. Depois deste estágio, vêm o amor, propriamente dito, com toda aquela cegueira que faz qualquer diabo virar deus (?). Nesse estágio as coisas vão às mil maravilhas, trocam-se cartas, presentes, amassos públicos, olhar perfurantes, realmente seria o estágio perfeito para se parar no tempo; mas infelizmente, o tempo voa. Com toda a convivência que as pessoas costumam ter(devido ao estágio anterior), passa a conviver com elas também o tédio. Não ter mais graças nas coisas simples que se tinha antes, os beijos públicos ficam cada vez menores e menos ardentes, raramente comemora-se os aniversários de namoro. E tudo vai afundando. Chega a hora, então, de partir. E que parte mais horrível! E essa parte toda pessoa tem de passar no mínimo algumas vezes na vida. Pois aí se vê a solidão que todo homem é castigado a ter. E eu digo isso internamente, pois por mais que a pessoa veja outras, saia frequentemente, vá a lugar desconhecidos, isso tudo nunca teria a mesma emoção do que se ela estivesse totalmente feliz consigo.
E sempre que tu te submete a um novo amor tu sabe que no fim, vai ser sempre a mesma coisa. Tu vai seguir todos estes estágios, pé a pé, e vai te deliciar de todos eles. Vai rir muito e vai chorar muito. Porque, sabe de uma coisa?
O amor dói. Em qualquer ser humano que se valha. O amor dói, muito.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Fobia.

Hemofobia.
É assim que se chama o pavor profundo que eu tenho.
Eu nunca soube o que causou isso em mim; também nunca procurei ajuda. Mas nos últimos dias, vejo que eu preciso e rápido.
Eu não consigo explicar exatamente como eu me sinto e quando/porquê isso ocorre. A única coisa que eu sei é a causa: sangue, e associados, como cortes, feridas, etc. A maior parte (quase total) das vezes acontece na rua. Eu poderia descrever o sentimento como pavor, aversão, minhas mãos suam muito, e acidentalmente não consigo desfocar a minha mente desse tipo de assunto (o que piora a situação) e se eu não consigo controlar, eu acabo por passar mal mesmo, tendo surtos desesperados como sair correndo da sala, ou pior, desmaiar ali mesmo. Geralmente o meu salvador é o mp3. A música me ajuda a tirar de foco esse assunto da minha mente tão fértil nesses momentos.
Mas o mais incrível é que não é simplesmente falar "sangue" e eu caio dura. A verdade é que, quando tu conta uma história qualquer que envolva isso, mesmo que subjetivamente, a minha imaginação se descontrola, e começa tudo de novo.
E assim foram todas as minhas manhãs desde segunda-feira; parece pouco, mas eu não aguento mais. Eu tô com receio de ir pra aula. Eu não quero ir e chegar lá e ter que procurar com rapidez o mp3 na mochila, sentir as mãos suando frio, ouvir mais aguçado o assunto que eu não queria ouvir, sentir a reprovação do professor ao ver eu sem prestar atenção no que ele fala.
Mas a minha maior indignação é saber que as pessoas não acreditam na minha fobia por não entenderem o que eu sinto, ou não entendem o que eu sinto e, sendo assim, desacreditam em mim. Seja como for, eu vejo nos seus olhos que pra las é uma coisa muito sem sentido, tipo: fala sério né, tu tem sangue em ti! Mas é verdade. E isso me atinge em cheio.
Não sei se isso ocorreu devido à algum trauma (por que eu não me lembro de nenhum que tenha me dado motivos), não é genético (pois meus pais e minha irmã trabalham com saúde) e então só me resta o disturbio psicológico.
Eu sei que, no último ano tem acontecido mais frequentemente do que antes, principalmente nos últimos três dias.
Vou ligar pra um psicologo qualqer, ver se ele te alguma coisa pra me dizer, senão.. não tenho nada em mente.


*desculpe se este texto estiver meio confuso, mas sempre eu que falo disso não consigo me expressar claramente.*

LDC.

terça-feira, 23 de março de 2010

death tastes like..

Dizem que nós não gostamos do que não entendemos.

Eu tenho medo de morrer. E isso é fato.

Às vezes, enquanto caminho pelas ruas, distraída nas músicas que soam em meu ouvido, eu sinto-a como uma epifania. Ela se aproxima como se fosse acontecer naquele instante, e, de repente, passa. Mas, eu sempre fico me recordando de como foi aquela sensação; me jogo de cabeça, como se fosse realmente acontecer. Sinto como se eu estivesse ficando envolta num manto negro, fechando os olhos, sentindo um frio, um abismo se aproximando. Eu gosto de ficar relembrando esta situação, pois me faz pensar em como seria morrer. E é um sentimento muito firme, quase palpável.

E a minha descrição poderia ser mais ou menos da seguinte maneira, um tremendo horror de perder a vida que eu tinha; um pavor de sentir como se eu não tivesse completado tudo que eu almejei, uma dúvida constante da clássica pergunta: para onde vamos? E eu apreciaria muito se apessoa que lêsse este texto olhasse para esta pergunta e visse aos meus olhos, cientificamente; não quero respostas prontas de crenças e religiões à ti já pregadas. Eu gostaria de saber o que realmente acontece depois que a gente morre. Eu sei que ninguém sabe a resposta. E sei que quando eu morrer, os cientistas ainda não a terão achado; e nem se quer daqui a mil anos, quem sabe. Mas uma coisa é certa, se eu soubesse disso antes de morrer, eu ficaria muito mais tranquila.

Esse sempre foi um medo meu.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Alienação geral.

Antes de seguir com meus posts sobre "assuntos polêmicos", gostaria de escrever sobre uma outra coisa, antes que eu esqueça.

Well, hoje no ônibus comecei a ter o que poderia se chamar de "epifanias". Vieram pensamentos na minha mente de como as instituições fazem as pessoas ficarem alienadas e de mente fechada.
Mas eu falo isso de qualquer grupo que tu te agregue; seja algum tipo de religião, algum tipo de partido político ou até mesmo grupo de amigos.
Quando tu te agrega a qualquer tipo de 'grupo', tua mente se foca totalmente naquilo (obviamente pras pessoas menos espertas); tu passa a ter a mesma opinião do grupo, como osmose; tu passa a acreditar/desacreditar nas mesmas coisas que o grupo ditou pra ti; concorda/descorda das coisas que estão 'ensinadas' alí.
Mas isso serve somente pra pessoas que não conseguem enxergar as coisas do seu próprio modo; aí elas se infiltram numa igreja, num partido político, etc. Já as pessoas com mais capacidade mental seguem seu próprio caminho, com a sua própria linha de pensamento.
E, na teoria do Matheus, quando tu te junta a um grupo, esse grupo existe como se fosse uma mente só; como as abelhas. Quando estão no grupo, fazem tudo o que o grupo faz, sendo parte dele, nada de indivíduos; mesmo pensando diferente deles quando estão fora dalí.
Enfim, sendo colméia ou não, o fato é que as pessoas agem muito diferent quando estão em grupo; falando e pensando com o todo, mesmo quando o todo está errado. E por isso descordo de qualquer tipo de instituição.


éca.


[LDC]

domingo, 17 de janeiro de 2010

Assuntos Polêmicos (Parte I).

Faz um tempo já que eu gostaria de escrever sobre assuntos polêmicos, como aborto, eutanásia, pena de morte, etc. Não sei de quanto em quanto tempo eu farei isso, mas espero hoje conseguir falar alguma coisa sobre...



Aborto.

Esse é um assunto que gera muita polêmica entre as pessoas, sendo considerado assassinato, abuso do poder em relação ao bebê. Desde que eu comecei a pensar com meus próprios botões, eu vejo o aborto de um modo "positivo". Sempre fui à favor. Na minha visão, o aborto é justificado na grande maioria dos casos, não só em decorrência de estupro, violência, etc. No meu ver, quando a pessoa não tem condições psicológicas, mentais, e monetárias (sem citar o abuso), ela deve abortar se quiser, obviamente. E ainda sou à favor do aborto em qualquer etapa da gestação. Mas, obviamente, o melhor seria ser feito antes de completar 3 semanas, quando o feto ainda nem é feto, é mais um embrião, onde não sente dor. Mas, de qualquer modo, eu acho que temos que privilegiar a pessoa que já passou por tantas experiências, que tem uma mente formada, um psicológico, uma vida inteira; deveriamos olhar por quem já está aqui, sentindo tudo isso. Mas, como tudo tem um porém, o meu, neste caso, seria: que as mulheres, por terem essa escolha, não devem justificar a sua falta de responsabilidade sempre abortando e abortando. Pois, isso além de causar danos à saúde da mulher (e de próximos bebês que vierem a nascer, como deficiências e tal), afeta a mente também, a formação do caráter da pessoa, achando que todos os erros que ela comete há uma redenção. Mas, além disso, sou à favor de não pôr mais uma criança no mundo passando fome, sendo mal criada, sendo mal educada, não tendo saúde, crescendo em um meio de pobreza, de ignorância e de burrice. E só pra finalizar, queria lembrar a posição da Igreja Católica no caso da menina estuprada pelo padastro; ela foi contra o aborto, redimiu o padastro e excomungou o médico que faria o aborto e a mãe! Esse caso me deixou com muita raiva! Mas só pra relembrar.


LDC.



sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Natal.

Neste dia 25 de dezembro, comemora-se o nascimento de um salvador. HAUAHAUHAUHA.
Impossível! Em Belém, onde diz-se ter nascido, faz muito frio à noite, sendo as pessoas proibidas de saírem de suas cidades à noite. Provavelmente ele teria morrido de hipotermia ao nascer.
E hoje, ainda bem, o natal é símbolo de reunião familiar, de amor ao próximo e tal. Menos pior.
Hoje nos importamos somente com os nossos. Mas hoje eu pensei nas pessoas que não tem nada, realmente. Como os indigentes. Pra eles será somente mais um dia de calor e fome, de imersão na embriaguez para não ter que lembrar onde estão. É triste mas é real. E eu sei que nem mesmo eu e ninguém, vai ajudar essas pessoas, sair do conforte de nosso lar para ajudar um desconhecido.
Post sem sentido, meio nada a ver. Mas era o que eu tava pensando na hora.

Então, só para mais um clichê.. Feliz natal!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

2012, again.

Parece que agora o mundo está envolvido num manto de superstições e cegueira. Tudo agora é 2012! Todos acreditam que alguma coisa vai acontecer, que o final do mundo está bem próximo; mas ninguém parou para pesquisar a fundo isso. Todos só veem o que a TV quer que eles vejam. Não vi nenhuma pessoa ir além disso e pesquisar sobre outros acontecimentos similares.
Todos ficam com medo do que irá acontecer, ou ficam felizes porque se "abrirão outros portais"e que somente algns escolhidos irão enxergar. PAPO!
E o que é aquele filme "2012"? O que acontece ali é totalmente impossível. Não tô dizendo que não possa ocorrer alguma tragédia, ou que não possa dar pane na energia do planeta devido ao campo magnético deliberadamente prejudicado pelas erupções solares. Mas, agora, acreditar numa profecia de um povo onde a astronomia era "avançada", acreditar num homem que viveu há mileanos? Por favor! A única coisa que realmente pode acontecer é a inversão dos pólos magnéticos terrestres e o alinhamento do sol com o centro da nossa galáxia. SÓ!

Então, pesquisa sobre o que dizem os cientistas HOJE sobre isso. Não te baseia em algo escrito há mil anos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

So... what now?

Eu tenho pena do mundo. Vocês sabem, metaforicamente. Eu ouço tanta, tanta porcaria em uma só manhã no colégio. Eu ouço sonhos infantis de socialismo/comunismo/diaboaquatro e sei que nada disso é possível mesmo com a pouca idade que tenho. Eu sinto a vida ser tratada superficialmente, concentrada na pequena visão das pessoas, sem amplitude, mesmo quando oferecem isso à elas.
Eu vejo tanta porcaria virando best-seller e tanta coisa boa ficando na escuridão do capitalismo. Eu vejo tantas pessoas com capacidade deixando serem levadas pela maré da gentalha. Tantas, tantas pessoas cegas em seus pensamentos opacos e unidimensionais. Isso chega a dar... raiva? tristeza?
O que eu realmente posso fazer? nada. Essa é a resposta, essa é a verdade.
Eu sinto muito mundo, essa geração não será a salvadora. De novo.



Esse post devia ser publicado no vox, mas que se foda.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

"Morte aos ricos!"

Essa foi a frase que eu li na volta pra casa, em um muro qualquer. Acho que dá pra perceber que foi pichada por anarquistas.
E eu fico me perguntando o que eles pretendem com isso. Qualquer um com o raciocínio amplo e focado sabe que isso não leva à nada. Sabe, ter a ideologia de anarquismo. Tu vai lá, faz uma algazarra, picha tudo, quebra todo mundo, "derruba o poder", e depois? Fica assim. Fácil assim. Cada um se responsabiliza pelos seus atos e a vingança corre solta.
Mas voltando a frase principal... Por que desejar morte aos ricos? Acredito eu que muitos deles são ricos porque lutaram pra ter isso. Porque viviam na merda e cansaram, e estudaram e trabalharam pra ter tudo isso. Claro, que eu discordo dos filhos deles. Que ganham tudo na moral, de "mão beijada". Eu não acho justo que os própios pais não ensinem esses valores para os seus filhos, esse esforço que eles mesmo tiveram. Depois os filhos deles viram pessoas sem moralidade, que acham que podem fazer tudo que quiserem. E essa é a parte ruim.
Morte às pessoas que lutaram pra ter algo mais na vida é totalmente injusto. E claro que sendo assim, à seus filhos também já que a morte dessas pessoas não resolve nada.
Melhor ainda: nada resolve nada. NUNCA.
(mudança de assunto, não tão drástica)
Tu vai lutar pelo quê? Vai luta pra tira a Yeda do governo do estado e depois? vai vir um pior. Quantos já roubaram milhões de vezes mais que ela e ninguém viu? Toda luta contra o poder é inútil. Totalmente. Porque as verdadeiras pessoas, por trás dessas que aparecem não são elegidas. Elas são donas. Mandam em tudo. E em todos. E nem tu nem eu, saberemos que são elas. Por isso o melhor livro do mundo é e sempre será:
1984 - George Orwell. Leia e repense tudo que tu acredita.






[aff]